Buchecha fala sobre legado, funk raiz e família

O legado de Buchecha: funk, família e conexão entre gerações

No episódio de estreia do podcast com Rosyl Soares , um dos maiores compositores do Brasil, quem brilha é Buchecha , ícone do funk nacional. Ao lado do filho, o cantor e produtor CJ, ele compartilha sua trajetória marcada por emoção, resiliência e muito talento. Entre histórias da dupla com Claudinho, projetos atuais e memórias afetivas, o episódio revela a profundidade de um artista que moldou a cultura musical brasileira. O foco do papo gira em torno de três pilares: funk, família e conexão — temas que mostram como a música pode atravessar gerações e criar pontes poderosas.

Buchecha se tornou uma lenda nos anos 90 com sucessos como Só Love e Quero te encontrar , ao lado do saudoso Claudinho. Hoje, seu nome continua relevante, tanto pelas novas músicas quanto por sua postura generosa com outros artistas. Como Rosyl destaca: “Buchecha é referência por nunca ter mudado quem é, mesmo no auge do sucesso”. E é essa novidade que conquistou o público até hoje.

CJ e a nova geração do funk

CJ, filho de Buchecha, também participou do programa e emocionou o pai ao considerar sua influência artística e pessoal. Com apenas 24 anos, CJ já atua como cantor, ator, dublador e produtor musical — e foi o responsável por produzir o novo projeto do pai, o álbum “Cria do Funk”. O disco homenageia os pioneiros do gênero e propõe uma fusão entre o funk raiz dos anos 90 e elementos modernos do trap e do pop.

“Foi como se colocassem o Dilsinho para produzir o Fundo de Quintal”, brincou Buchecha ao comentar a experiência. A proposta do projeto é resgatar a essência do funk carioca e dar palco aos nomes que abriram caminho, mas que muitas vezes ficaram esquecidos. Buchecha faz questão de lembrar: “Se eu participar do Rock in Rio pela quarta vez, eles também merecem”.

Música, memória e emoção

Ao longo do papo, o artista falou sobre a importância de se manter conectado com a essência e de criar músicas que gerem memórias afetivas. “Nossas canções marcaram gerações. Tem gente que lembra do nascimento do filho ou do primeiro amor ao ouvir uma música nossa”, contornou Buchecha. A música, segundo ele, é mais que arte: é um elo emocional entre pessoas, momentos e histórias.

Rosyl também apresentou esse sentimento ao relembrar discos clássicos do samba e pagode que marcaram sua infância, como a coletânea Água do Pagode . A conversa nostálgica traz referências como Jorge Aragão, Exaltasamba e Molejo — todos nomes que mostram a proximidade entre o funk e o samba, dois gêneros nascidos nas periferias e com raízes profundas na identidade brasileira.

Conexão, humildade e propósito

O episódio também abordou temas como racismo, humildade, espiritualidade e o papel da arte como ferramenta de transformação social. Buchecha emocionou a todos ao falar de seu crescimento pessoal após a perda do parceiro Claudinho. “Tive que aprender a falar mais, me expressar, mostrar sentimentos. O Claudinho era o extrovertido, eu era mais para dentro. Ele me ensinou muito”.

A conexão entre pai e filho foi um dos pontos altos da entrevista. Ao final, CJ se declara: “Tudo que sou devo aos meus pais. A formação que tive foi baseada em amor e respeito”.

Quer ouvir esse episódio inspirador e cheio de emoção? Assista ao conteúdo completo logo abaixo!

👉 https://www.youtube.com/watch?v=6ibacGzQsPs&t=3202s

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