Como a mente salvou Clayton Conservani no Mont Blanc

A força mental que salvou Clayton Conservani no Mont Blanc

No episódio do No Pódio Esportes, o jornalista e aventureiro Clayton Conservani compartilhou uma das histórias mais intensas de sua carreira: a tentativa de escalar o Mont Blanc, o ponto mais alto da França. Muito além da aventura, o relato mostrou como a força mental foi determinante para superar o medo, a frustração e até a depressão.

Conservani, conhecido por suas coberturas esportivas extremas, relembrou a escalada marcada por condições climáticas severas, ventos de até 100 km/h e o risco real de morte. Em um dos momentos mais dramáticos, o grupo se abrigou em um refúgio de emergência onde encontrou pessoas em hipotermia e princípio de congelamento. “Ali foi onde o medo ganhou rosto”, afirmou.

Quando o corpo falha, a mente precisa assumir

Ao perceber que não conseguiria completar a subida, Clayton foi tomado por um sentimento de fracasso e desceu a montanha em estado de profunda tristeza. “Entrei em depressão naquele momento. Prometi levar a bandeira do projeto ao topo e não consegui”, desabafou.

No entanto, após um gesto generoso do guia Dani Castilho, que se ofereceu para tentar a escalada novamente, a chama da esperança reacendeu. O jornalista comparou a chance a um jogador que erra um pênalti numa final e ganha uma nova oportunidade.

Dessa vez, sem multidões ou fila de alpinistas, Clayton partiu para o cume do Mont Blanc às 15h, desafiando o comum. “Chegamos ao topo em três horas. Só chorava”, conta, emocionado. A vitória foi mais que física — foi mental.

Mente treinada para sobreviver

Clayton também revelou momentos de pânico em mergulhos de caverna, outro desafio extremo em sua carreira. Durante o treinamento, ao perceber que estava a 90 metros de profundidade em um ambiente claustrofóbico, ele quase entrou em colapso. “Se eu tivesse entrado em pânico, teria morrido afogado com o cilindro cheio”, relatou.

A salvação veio de uma técnica de respiração com repetição de mantra, ensinada por seu instrutor. A prática, semelhante ao mindfulness, o ajudou a recuperar o controle emocional e a sair da caverna com segurança.

Esse episódio foi decisivo para reforçar o valor de um mental forte, especialmente em contextos de alto risco. A experiência o marcou profundamente, a ponto de hoje evitar mergulhos em cavernas, preferindo águas abertas.

A motivação que vem do coração

Em outra narrativa inspiradora, Clayton contou sobre a maratona na Antártica, onde chegou a pensar em desistir por fraqueza física. Mas ao lembrar da filha, Gabi, gravou um vídeo em que dedicava a corrida a ela. “Só de pensar nela, ganhei forças e ultrapassei quem me passava. Terminei em sétimo lugar”, contou.

Esse é o combustível emocional que move Clayton: amor, propósito e disciplina mental. Mesmo após traumas, ele continua enfrentando seus medos — e vencendo.

Conclusão: mente forte, corpo vencedor

A trajetória de Clayton Conservani mostra que, em situações extremas, é a mente que comanda. Seja nas montanhas, no fundo do mar ou em maratonas congelantes, a força mental é o diferencial entre o fracasso e a superação.

Quer aprofundar ainda mais nesse tema? Assista ao episódio completo logo abaixo e aproveite todos os insights compartilhados!

👉 https://www.youtube.com/watch?v=0njH-J5mjg0

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