Como as Emoções Influenciam o Comportamento? Insights da Neurociência

As emoções influenciam diretamente o comportamento humano, mas será que compreendemos de fato esse impacto? No episódio mais recente do podcast “Falando da Mente”, André Ricota recebe a Dra. Mônica Panasco, psicóloga, doutora em ciências e especialista em neurociência, para discutir como as emoções, neurociência e psicologia se entrelaçam na formação do nosso comportamento. Se você quer entender o papel das emoções e como isso afeta o dia a dia, este artigo é para você.

A importância das emoções no comportamento humano

As emoções são muito mais do que simples reações. Segundo Dra. Mônica, elas têm origem no cérebro e no sistema nervoso central, e são essenciais para nossa sobrevivência. “Tudo que sentimos, mesmo o medo, é uma resposta adaptativa”, explica. A psicóloga ressalta que o autoconhecimento é o primeiro passo para entender essas respostas emocionais e como elas moldam nossas decisões e atitudes.

Emoções e decisões: um processo inconsciente

Apesar do mito de que boas decisões são racionais, a neurociência mostra o contrário. “A tomada de decisão é, antes de tudo, emocional”, afirma Dra. Mônica. Isso acontece porque o cérebro utiliza o sistema límbico e o córtex pré-frontal para avaliar riscos, recompensas e memórias afetivas antes de agir. Por isso, conhecer as emoções é fundamental para tomar melhores decisões, tanto na vida pessoal quanto profissional.

O papel da neurociência no autoconhecimento

Dra. Mônica relata sua trajetória acadêmica, destacando como a neurociência complementa a psicologia no entendimento humano. “Fiz questão de estudar neurociências para entender a mente além do comportamento aparente”, conta. Ela enfatiza que o autoconhecimento não é um processo imediato: “É um exercício contínuo que demanda disciplina e reflexão”.

Emoções e o corpo: a ligação invisível

Além de afetar a mente, as emoções impactam o corpo físico. Segundo a especialista, “sentimos as emoções no corpo”, o que justifica o aumento de problemas psicossomáticos quando ignoramos nossos sentimentos. Portanto, cuidar da saúde mental é também cuidar da saúde física, uma visão alinhada com o conceito da OMS de que saúde é o bem-estar físico, mental e social.

Como desenvolver o autoconhecimento emocional?

Uma das dicas mais valiosas da Dra. Mônica é o conceito de “letramento emocional”. “Precisamos aprender a nomear e entender as emoções, algo que a maioria nunca aprendeu”, alerta. Muitos cresceram ouvindo “engole o choro”, o que gera adultos que não reconhecem o que sentem. Para ela, identificar emoções como medo, tristeza e alegria é essencial para não reagir de forma automática e prejudicial.

A importância de reconhecer a singularidade emocional

Cada pessoa sente de forma única, e entender isso é crucial. “Nossa singularidade repousa no cérebro”, destaca a psicóloga. Assim, é impossível sentir exatamente o que o outro sente, mas é possível ter compaixão. “Não é sobre sofrer junto, mas respeitar a dor alheia”, complementa.

Conclusão

Emoções não podem ser ignoradas ou suprimidas. Segundo Dra. Mônica, “elas existem para nos dar informações importantes sobre o ambiente e sobre nós mesmos”. O autoconhecimento emocional permite melhores escolhas e uma vida mais equilibrada. Para começar esse processo, é essencial buscar ajuda profissional quando necessário, desenvolver o letramento emocional e respeitar sua própria forma de sentir.

Quer aprofundar ainda mais nesse tema? Assista ao episódio completo logo abaixo e aproveite todos os insights compartilhados!

👉 https://www.youtube.com/watch?v=8qqqmd1X9y4

🚀 Anuncie no Portal do Gida! O maior hub de podcasts para negócios do Brasil está pronto para conectar grandes marcas a um público altamente qualificado. Entre em contato e descubra como sua empresa pode se beneficiar com o podcasting!

📩 Para parcerias e anúncios: contato@portaldogida.com