Tenente Eusébio revela abusos e perseguições na Marinha Brasileira
A realidade que ninguém conta
O Tenente Eusébio, ex-aluno do Colégio Naval e oficial da Marinha Brasileira, trouxe à tona uma dura realidade vivida dentro das Forças Armadas. Em um relato impactante, ele expôs perseguições, abusos de autoridade e problemas psicológicos enfrentados por muitos militares. Sua história revela como a rigidez da hierarquia pode ser usada para silenciar e prejudicar profissionais dedicados.
O início da carreira e a doutrinação
Eusébio ingressou no Colégio Naval aos 15 anos, movido pelo sonho de uma carreira militar e ascensão social. No entanto, desde cedo, enfrentou práticas de trote e abusos que eram vistos como métodos de “formação de caráter”. Situações como violência física velada e humilhações eram comuns, e a cultura de silêncio impedia que os jovens militares denunciassem tais práticas.
Ele destaca que a doutrinação era intensa e que os militares eram treinados para não questionar ordens, resultando em um ambiente propício para abusos psicológicos e emocionais. “A gente aprende que nosso único direito é pedir para sair”, relata Eusébio.
A perseguição dentro da Marinha
Após se destacar como atleta representando a Marinha em competições nacionais e internacionais, Eusébio passou a ser visto com desconfiança por superiores. A Marinha inicialmente valorizava suas conquistas, mas quando sua notoriedade cresceu, ele começou a sofrer retaliações.
Ele conta que, apesar de manter um excelente desempenho profissional, foi punido de forma arbitrária após contrair Covid-19, o que o impediu de realizar uma prova no curso de aperfeiçoamento. Mesmo apresentando laudos médicos, recebeu uma punição severa, incluindo uma detenção injusta. “Foi devastador ouvir de um comandante que ele faria de tudo para que eu não tivesse futuro nem na Marinha, nem fora dela”, lamenta.
O impacto psicológico e a luta por direitos
O tenente Eusébio destaca os impactos psicológicos que os abusos causam nos militares. Muitos desenvolvem ansiedade, depressão e até pensamentos suicidas devido à pressão extrema e à falta de apoio. Ele reconhece que, no passado, também minimizava esses problemas, mas sua própria experiência o fez perceber a gravidade da situação.
Ele incentiva outros militares a buscarem ajuda e denunciarem abusos. “Hierarquia e disciplina não significam aceitar injustiças”, afirma. Segundo ele, é fundamental que os militares conheçam seus direitos e saibam que podem buscar apoio jurídico sem medo de represálias.
Conclusão
A história do Tenente Eusébio expõe um problema profundo dentro da Marinha e das Forças Armadas como um todo. A falta de transparência e a cultura de silêncio perpetuam abusos que impactam diretamente a vida e a saúde mental dos militares.
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